quarta-feira, 6 de abril de 2011

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Sobre Rock n’ Roll e Sustentabilidade (ou O que foi do SWU)



Infelizmente, não pude comparecer aos três dias do festival SWU. Fato é que minhas condições financeiras não estavam (e ainda não estão) no mesmo patamar dos preços cobrados pela organização do festival em cada ingresso. E admito que foi graças ao jeitinho brasileiro e ao “curso” que estou fazendo na “faculdade” que consegui a meia-entrada. Se você acha que isso é errado, pense que é como sonegar imposto de renda; todo mundo faz e todo mundo tá ok com isso. Se mesmo assim, você ainda acha isso errado, por favor, não leia o restante. Apenas pare por aqui.
Felizmente, fui ao melhor dia do festival (pelo menos é o que parece). Assistir a bandas como Incubus e Queens of The Stone Age em seqüência foi realmente extraordinário. Mas não foi só isso que teve no último dia do Festival. Muitas outras coisas legais rolaram, e outras não tão legais assim, como o frio por exemplo.

Então, o que vale a pena salvar do SWU?!

Aqui vai a lista:
PRIMEIRÍSSIMO: O Show do Queens of the Stone Age, que foi simplesmente extraordinário, é óbvio!!! Mesmo com uma hora de atraso, graças à organização do festival que tentava contornar um problema técnico, a banda subiu ao palco do jeito que eu e todo mundo esperava, pronta para fazer o chão tremer. E de verdade, me surpreendi, tanto pelo repertório quanto pela simpatia de Josh Homme. O cabeça da banda, que sempre me pareceu carregar um quê de malandragem e arrogância foi o que mais falou com o público brasileiro ao longo da noite. A cada música, uma troca de palavras com o pessoal, e muitos agradecimentos, sempre. E parece que ele veio inspirado para tocar Hits das antigas, como “Lost Art of Keeping a Secret” e “Monster in Your Parasol”, e os NÃO-Hits, como “I think I Lost My Headache” e “In Your Head”, sem contar as manjadas e indispensáveis “No One Knows”, “Go With The Flow” e Little Sister”. Mas o que impressiona mesmo é a performance do baterista Joey Castillo, rufando os tambores ao mais bel estilo Bringing Down the House!!! Simplesmente sensacional!!!
O vídeo acima é da música “Song for the Dead”, que fechou a apresentação.

NÃO MUITO DISTANTE: O Show do Incubus!!!
Confesso que as duas bandas que mais esperava assistir eram Queens e Incubus, e ambas não me decepcionaram. Já havia assistido a um show do Incubus em 2007, e daquela vez, o set list contou com o mais variado número de músicas, com ênfase nos álbuns “Make Yourself”, “Morning View”, “A Crow Left of The Murder” e “Light Grenades”. Dessa vez não foi diferente e, ao contrário do Queens, o show foi só HITS!!! Abriram com “Megalomaniac”, como eu esperava, e a partir daí foi sucesso atrás de sucesso. Fiquei muito feliz por terem incluído canções como “Circles”, “Make Yourself” e “Are You In?”, uma das minhas preferidas deles, e um pouco chateado por não ter ouvido músicas como “Sick, Sad Little World”, “Dig” (que ficaram devendo também em 2007) e “Priceless”. Mas o agito de Brandon Boyd e os timbres milimetricamente executados do restante da banda salva qualquer coisa. Acho impossível uma apresentação do Incubus ser considerada abaixo das expectativas.

Bom, é isso... esses foram os shows da noite para mim, e quem tava na minha frente sofreu porque eu soltei a voz sem dó nem piedade.

UM POUCO MAIS ABAIXO: O restante dos shows eu assisti meio que naquela onda do “to passando por aqui e vendo o que ta rolando...”.
O Pixies fez uma apresentação repleta de clássicos, como se esperava. Nunca fui fã da banda, apesar de conhecer todas as músicas que rolavam. Dei uma conferida de leve, e pude confirmar minha tese sobre eles. “Where’s My Mind” é um hino, e é de longe a melhor canção da banda. DE LONGE!
O Linkin Park NÃO fez uma apresentação repleta de clássicos, como se esperava. Para mim, isso não quer dizer absolutamente nada. Nunca gostei de Linkin Park e acho que nunca vou conseguir gostar, mas... fãs de Linkin Park...convenhamos, há músicas novas do Linkin Park que são muito melhores que as antigas, pelo que pude perceber durante o show. Um ponto positivo, e que me parece que a crítica não curtiu muito, é a interação entre música e vídeo, que ocorre o tempo todo durante o show. Parece que há uma historinha por trás de tudo. Em termos de espetáculo, o show é muito bem feito e programado, podia ir para a Broadway, mas o problema é que os integrantes da banda simplesmente se esquecem de interagir com um público. Durante a apresentação de quase 2 horas, acho que pude ouvir um único “Obrigado” arranhado entre os dentes de alguém, e foi só!!! Sim, o Chester (que nomezinho, hein!) desceu lá no público uma hora, mas não foi aqueeeeela interação, nem de longe.

AVULSOS: A tenda da Oi teve shows muito legais, como o Autoramas, que resolveu deixar um pouco de lado suas canções meia-boca e agitou o público com um repertório muito rock n’ roll, que contou com cover de Ramones e tudo. “Hotel Cervantes” apavora, sempre. Infelizmente, a estrutura da tenda estava matando o som, pela acústica má desenvolvida, que deixava tudo muito abelhudo, sem contar com a localização da mesma, onde cada rufada de vento fazia com que todos encapotassem suas cabeças do jeito que dava. A banda sempre bem entrosada, numa mistura de rock com surf music é com certeza uma das bandas nacionais que mereciam tocar no palco principal, na minha opinião; pena que a maioria nem liga muito para eles.
Ainda na mesma tenda, pude conferir um pouco de B-Negão e os Seletores de Freqüência. Conheço a banda, mas nunca parei para escutar, e muito menos, ir a um show deles. O pouco que vi me deixou na mesma. Não é um som que me pegue, mas a apresentação é muito agitada, e tem uma pitada cômica nas letras do vocalista, muito simpático e despretensioso, por sinal. Apesar da nuvem verde que surgia pela platéia, eu dou um ponto positivo para o B-Negão, que ao contrário do Marcelo D2, ambos ex-Planet Hemp, não ficou nessa de apologia à droga, ou letras com mensagens diretas sobre o uso de maconha e outras substâncias químicas e ilícitas. Ele se desvencilhou disso, o que foi muito bom. Não que eu seja contra a legalização da droga, muito pelo contrário, mas é que música sobre mensagem social a favor de maconha é um pé no saco, ainda mais quando junta um sambinha, como fez D2. O funk de B-Negão deixa D2 no chinelo, fato!

Partindo para o restante do restante, dou ênfase à tenda da Heineken, que foi estrategicamente posicionada ao lado de uma das praças de alimentação. Nada melhor do que fazer uma boquinha ao som de batidas eletrônicas. Cheguei a ir até a tenda, para conferir um dos Djs, que me foge o nome agora, mas... e mais uma vez... a técnica deu um FAIL. Falantes estouraram... o DJ deu um little pití e saiu do palco... e eu saí da tenda.

Ponto positivo para a tenda ao lado da roda gigante que estava distribuindo chocolate na faixa!!!

Aaah.... mas e... o que NÃO vale a pena salvar do SWU?!

Tenho medo que essa segunda parte torne-se muito extensa, por isso, vou tentar ser o mais breve possível (será impossível), apenas mencionando as coisas que acho que não foram assim... memoráveis de um elogio, ou uma salva de palmas:

A tão falada SUSTENTABILIDADE. Senhores organizadores do festival SWU; lâmpadas incandescentes não são econômicas, muito menos refletores incandescentes, portanto, não é uma energia sustentável, principalmente quando movidas a geradores à Diesel, como as que foram usadas para iluminar o caminho de volta ao estacionamento. E já que resolveram colocar lâmpada para tudo, porque não colocar no banheiro (?), que durante a noite se transformou em uma latrina generalizada.
PROIBIR a entrada de alimentos no festival (e isso é um erro de muitos outros festivais e shows) DEFINITIVAMENTE não é uma forma de se incentivar a sustentabilidade. Principalmente com o cardápio servido no festival: Cheeseburger, Espetinho Mimi, Mini-Pizza, Hot-Dog... tudo muito caro. O mais barato ali (olha só que irônico) era a Coca-Cola (Aaaah...Símbolo da sustentabilidade, hein!!!!), que custava R$6,00 por 600 ml. 1 real por 100 ml, ta valendo vai...
Aaaahhh... e para terminar o mais comentado: O ESTACIONAMENTO!!! Desde o princípio, todos sabiam que o estacionamento custaria R$100,00 (CEM CONTO!!!!). Daí criaram a máxima de que com mais de 3 pessoas no carro, virava R$50,00, e que isso era para incentivar a carona, e de tal forma, a sustentabilidade. Ótimo, grande idéia, se o estacionamento custasse 40 reais e a metade para 3 ou mais passageiros. Mas cem mangos?!?! Porra!!!...Só dizendo um PORRA mesmo!!!
E, assistindo ao Profissão Repórter, fiquei sabendo de mais uma pérola da genialidade do Sr. Fischer e seus comparsas. Eles alegaram que o estacionamento a 100 reais era uma forma de incentivar as pessoas a não irem de carro, e buscar outros meios para se chegar até o festival. Mas... outro PORRA!!!!... O lugar fica no meio do nada!!! Como que eu vou chegar até lá se não for de carro?! Quer ser sustentável, constrói um teleférico de São Paulo até lá, então!!!
Fiquei sabendo que a organização disponibilizou ônibus para levar as pessoas, mas que custaria em torno de R$25 por pessoa (25 para ir e 25 para voltar). Faz as contas, fica infinitamente mais barato juntar 4 pessoas em um carro, rachar combustível, pedágio, estacionamento... e seria mais barato ainda se o estacionamento não fosse 100 reais.
Parece brincadeira, mas por essas e por outras (essas = estacionamento; outras = preço do ingresso) que muitos amigos meus deixaram de ir ao evento.

(((( ah...o Profissão Repórter, a Globo, e ,muitas outras mídias, fizeram um patamar para o SWU, como se ele tivesse sido um perfeito templo da sustentabilidade))))

O máximo de sustentabilidade que vi foram as coletas de latinhas e lixo reciclável, o que deveria ser OBRIGATÓRIO em todo e qualquer festival.

É claro que, e esse é um ponto muitíssimo importante, não adianta fazer um festival em que o mote seja a sustentabilidade, quando as pessoas que freqüentam não estão nem um pouco acostumadas com a mesma. A maioria não respeita a coleta, não sabe distinguir o lugar onde se deve jogar o lixo, e nada parecido. Mas a obrigação de um Festival de Sustentabilidade é influenciar as pessoas sobre o assunto, da forma adequada, e nesse quesito o SWU deixou muito a desejar. Mas torço de verdade para que isso seja corrigido nos próximos anos, e que as pessoas dêem importância à um assunto que DEVE ser valorizado com extrema URGÊNCIA!!!

CONCLUSÃO: O SWU foi um ótimo festival de música, que reciclou latinhas.

Agora é espera pelo Planeta Terra, Stereophonics... Sir Paul (que acho que será impossível pelo quesito cifras $$$) e outros shows afins. Fim de ano está de arrepiar!!!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O Poder dos Sonhos




Há muito tempo que não ia ao cinema. Uma das atividades que me dá mais prazer, e que praticava com freqüência até pouco tempo atrás, deixou de ser rotina e passou a ser apenas um hobby, praticamente mensal, de vez em quando, quinzenal. É claro que todos hão de concordar comigo que a vida pós-universitário e, mais relevante ainda, pós-carteirinha de universitário, deixou tudo duas vezes mais caro. Não é que eu reclame tanto, mas é que vinte reais para assistir um filme no sábado à noite é um valor que, para mim, está fora da realidade. E nada como um filme bem fora da realidade para marcar minha volta às salas de cinema. Falo de “A Origem” (eu estou até agora pensando da onde que os produtores brasileiros tiraram esse nome, já que procurei, procurei e procurei de novo e não achei origem alguma...), ou “Inception”.
Estava curioso para assisti-lo. Não realmente por me interessar de cara pelo filme, e sim, unicamente, pela curiosidade implantada em minha cabeça, graças à amigos e conhecidos que não paravam de falar dele. As opiniões são diversas. Uns acham o filme a nova obra-prima do cinema contemporâneo, e o melhor até hoje dirigido por Christopher Nolan; outros, acham apenas mais do mesmo, e até mesmo maçante.
Eu achei legal, nada além disso. Tenho minhas críticas sobre o filme, que NÃO é, de forma alguma, o melhor de Nolan (esse seria “Amnésia”), muito menos uma obra-prima, mas vou deixar isso pra lá. Não é disso que eu quero falar.

Nolan, muito esperto que é, apenas se aproveitou de uma idéia antes criada, e a adaptou. E essa adaptação foi muito bem feita, diga-se de passagem. Falo de um assunto que sempre assombrou as mentes curiosas: a realidade paralela, a segunda dimensão...
Desde os primórdios da arte e do cinema, que diretores tentam captar as essências criadas por nossas próprias cabeças em relação à universos paralelos. “Matrix” foi o ápice da discussão, mas David Lynch já flertava há tempos com o assunto, que trouxe completamente à tona em “Mulholland Drive”, ironicamente intitulado “Cidade dos Sonhos”, no Brasil. Nesse filme, o tal universo paralelo já é em si um sonho (e com relação à narrativa, Nolan bem que poderia ter tomado umas aulinhas com Lynch).

Em “Matrix”, Neo vive em um universo virtual, um sonho, e só ao acordar percebe a realidade, e percebe o que deixa de ser realidade, para se tornar apenas um vídeo-game, digamos assim. Uma vez concernido disso, ele passa a trabalhar a arte que todos gostaríamos de poder desenvolver; a de manipular o sonho. É justamente o que acontece em “A Origem”, mas em níveis mais elevados.
Em “Mulholland Drive”, é o contrário (e o mesmo, ao mesmo tempo). A personagem principal é manipulada pelo sonho (o contrário), e ao acordar, percebe a realidade (o mesmo), e que o que acabou de viver, era apenas um sonho.

Mas a questão é, quem manipula quem nessa história?

Se em “Matrix”, o personagem entra em uma realidade virtual na qual ele tem o comando sobre si mesmo, e consegue exercer atividades mirabolantes, então, ele se torna o manipulador. Porém, em “Mulholland Drive”, se o sonho mostra à personagem uma nova realidade dela mesma, então, ela se torna a manipulada. No entanto, o subconsciente dela só criou esse sonho depois que previu informações da mente dela, tais como, seus desejos, suas esperanças, seus medos, etc. Nesse caso, ela mesma criou uma nova personagem sobre ela, para que seu subconsciente apenas a pegasse e a colocasse dentro de um sonho que parece muito real. Nesse caso, ela volta a ser o manipulador. Muito estranho, né?... Um labirinto sem fim.

Nolan, adapta a realidade virtual de “Matrix” com o sonho propriamente dito, como no caso de “Mulholland Drive”, e cria um novo tipo de interação. O personagem não só é dono de suas ações, como da realidade criada em si. Ele muda tudo dentro do sonho, é capaz de manipular o que quiser, e transformar o mundo virtual, em seu mundo ideal. Alguém percebe o quanto perigoso isso pode ser?! Não satisfeito, o manipulador não faz só isso dentro do sonho, como faz dentro do sonho de outra pessoa. É tipo mexer com o sonho alheio... quase como mexer com a mulher do amigo... cara, é treta na certa!!!
Se pararmos para pensar, uma vez criado um mundo perfeito, para que sair de dentro dele?!
O Neo praticamente saiu de dentro do sonho perfeito, abdicou isso, pela curiosidade da toca do coelho branco de Morfeu, nada mais nada menos do que a vida real, fora da Matrix. Tá, o mundo dele não era assim tão perfeito, mas muito melhor que a merda que ele encontrou no mundo real, convenhamos!!!... Se ele tivesse consciência de que ele vivia em um mundo muito melhor do que o real, será que ele decidiria sair?! (NOT!!)
Uma vez dentro do mundo perfeito, pra que sair dele?!?! É essa a grande incógnita criada por Nolan, e pelo personagem de Leonardo Di Caprio, que se vê dividido constantemente entre a realidade e a “realidade”. Mas no caso dele, qual é a realidade com aspas e qual é a sem? É como tomar uma droga e se viciar... e a partir daí, ela cria uma nova realidade... da qual você quer sempre!!! O tempo todo!!!...Você se torna obcecado por isso... e a partir daí, qual é a realidade e qual é a “realidade”?... Profundo...

Mas é isso, sonhos serão sempre profundos... eles dizem muito, às vezes, coisas que nem sabemos, com pessoas que nunca vimos antes... Eles nos manipulam, mas nós os criamos, então, querendo ou não, nós também os manipulamos.
Mas e se um dia todo mundo entrar junto num sonho, criar um mundo perfeito e não querer sair mais?! E será que isso já não aconteceu?!
Se tivesse acontecido, o mundo seria perfeito, certo?
Mas o que será preciso para criar um mundo perfeito para todos? No mínimo, realizar os desejos de todo o mundo, o que é impossível (x5)!!!! E daí o mundo fica do jeito que ta, né!!!
Então, se eu puxar o gatilho agora, será que eu acordo?!... (acho que não, hehehe!!!)

Já escrevi demais, chega!!!.. Esse assunto é interminável!!!....

Assistam “Mulholland Drive”, “Matrix” e depois, “A Origem”.

Pronto, agora eu posso voltar para a realidade da minha labuta!!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

De arrepiar...

... porque foi isso que aconteceu depois que eu assisti isso:



Para quem não sabe do que estou falando... assista Pi, Réquiem Para um Sonho, A Fonte da Vida e O Lutador, e descubra porque Darron Aronofsky é um dos melhores diretores da atualidade.
Cisne Negro promete...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Palavras na Janela

Olha como eu estou bonzinho essa semana, fazendo campanha de todos os amigos que escrevem em blogs... pois é... compartilhar nunca é demais, né?!
Dessa vez estou aqui para falar sobre as Palavras na Janela... profundo, né?!?!...
O blog é escrito pela minha velha, mas não tão velha assim, amiga Ane Pereira.... vulga Didi.
Aew Didi!!! ... olha o seu blog aí do lado!!! --->
Na lista!!!
Lá, você encontrará belas crônicas, poesias, textos diversos, idéias mirabolantes, enfim... tudo para embelezar mais o seu dia... ou enfeiá-lo... depende do ponto de vista...
A Didi é uma puta escritora (aliás, está me devendo uma letra de uma música...), apesar de curtir coisas como Legião Urbana, e achar que o Renato Russo é um puta gênio...
Enfim...releva vai!!! (pra quem gosta do Renatão... não ligue para o que eu digo).
Vai lá: http://palavrasnajanela.wordpress.com/ (Olha que patrão!!! Wordpress!!!)

Enjoy the ride, baby...
Enjoy the ride....

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Antes tarde do que nunca

Tá.. eu admito... faz tempo que eu estou pra fazer isso e não faço.


Mas hoje... enfim... fiz.

Ó Li.... seu blog tá aí do lado... ->
Na lista...


Adicionei à minha lista de blogs o Cantinho da Li, escrito por Elisa Leone... Lá tem muita coisa legal... principalmente o último post que mostra uma cena muito bizarra entre nosso amigo Dani e o Pansexual Serguei... o precursor do rock, que nem costumava dizer o tiozinho da cantina do meu colégio...
Tem umas coisas de menina, também.. tipo posts com o Sebastian Bach... e maquiagens... mas whatever... o Cantinho da Li.. que tem esse nome meiguinho é muito rock n' roll!!!.... muito mais que o Sheikadelic aqui...

Então... vai lá: http://www.canto-da-li.blogspot.com/


Enjoy the ride, baby!!!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Make Your Decision!!!

Pra quem curte zumbis, curtas-metragens e publicidade bem feita... ah e pizza, é claro!!!

Apenas assista e reflita... vale a pena esperar por Titanic II só pra dar umas risadas?!?!


DELIVER ME TO HELL



Aposto nesse tipo de produção para o futuro da publicidade e cinema!!!

E o povo ainda acha que a Tv digital é interativa... não sei aonde...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

My heart will go on....

Pra você que achou as continuações Spider Man 2, O Retorno do Hulk e Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado um lixo... se prepare... podia ser pior...

(Pra você que achou bom, pelo amor de deus!!! Vá ler um livro, vai!!)







Já deu pra sentir o drama, hein!!

Até onde sei, em Titanic 2 um grupo de babacas resolve construir um navio idêntico ao Titanic original e sair em uma viagem seguindo a rota que o Titanic seguiu e (advinhem!!!) no mesmo dia da tragédia que afundou o transatlântico, em 1912!!! Quando o Jack morreu de hipotermia... chuif... ¬¬

Aí vocês não sabem o que acontece... Rá!!... parece pegadinha do malandro mesmo...
Eles estão lá... navegando... e navegando... e curtindo a brisa... quandoooo...

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... se chocam com o mesmo Iceberg que derrubou o Titanic original!!!

PARÊNTESES:(HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH)

Realmente, um roteiro primordial...

Eu juro que queria ter uma web cam pra tirar uma foto da minha cara de... não sei nem como descrever o que ela expressa... nesse instante... mas eu não tenho... e to no trabalho...e aqui não tem com uma câmera fotográfica dando bobeira por aí...

É esse tipo de coisa que me faz levar a palma da mão na testa, dar aquele tapinha e pensar... "Pootz".. ou "Oh My Fucking God!!!"

Nível de credibilidade de Hollywood caiu 5 pontos percentuais na minha escala nesse exato momento....

Até Piratas do Caribe 4 me pareceu interessante agora

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Profecias...

Dúvidas sobre sua vida pessoal, amorosa, profissional?
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Indeciso sobre o que fazer nas férias?
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Quer saber se o seu time vai passar ou não no campeonato?
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Pergunte ao polvo:
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Ele sabe tudo!!!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia do Rock... o que nos resta?


Faz um tempo que não escrevo por aqui... época de Copa do Mundo tudo fica meio parado, e acho que o blog ficou nessa osmose...


Então...hoje é um bom dia pra escrever... 13 de julho... hoje é o dia mundial do rock!!!

Após a ressaca da Copa...nada melhor como o bom e velho rock n' roll...


Porém... já foi melhor!!!...


Acordei pensando nisso... fui à cozinha... peguei meu café e migrei pra frente da TV, a fim de ver o que passava na mesma programação xula da parte da manhã... eu ainda prefiro os desenhos animados...hahaha... mas dessa vez, fui tomado pela MTV, que passava um apunhado de videoclipes clássicos, uma espécie de homenagem e comemoração ao dia dos roqueiros...


Eu..como bom roqueiro que sou, fiquei impressionado ao assitir os velhos videoclipes que já assisti mil vezes... alguns... em versão ao vivo. Não impressionado com a música, que já é velha companheira de praticamente todas as caixas de som que me rodeam, seja no quarto, seja no carro, seja na sala.. enfim.., mas impressionado por ver que isso tudo que passou de manhã na tela da minha TV praticamente morreu!!!...


Aliás, o dia mundial do rock, aqui no Brasil deveria se chamar "O Dia Mundial Do Rock Internacional", porque aqui mesmo, não restou muita coisa de bom... tudo parece o mesmo som, as bandas parecem escrever a mesma música e apenas mudam um pouco da letra, alguns acordes e já era... virou tudo uma mesmice, e o pior de tudo, a atitude foi por água abaixo!!!...


Ao ver clipes de bandas como Nirvana, The Clash, Sex Pistols, até mesmo o farofão Guns do final da década de oitenta, me deparei com bandas que não retornarão!!! (não elas mesmo, é óbvio)Nem mesmo o estilo... a atitude... até uma desafinada da guitarra do Slash em cima do palco soa bonita quando ele está estirado no show, fazendo peripécias com o instrumento, com uma cara de que se acabou, que deu tudo pelo show... tudo para a apresentação ficar com aquele ar "pegado"...


E eu nunca fui do tipo de pessoa que faz sempre aquela infeliz afirmação "nasci na época errada". Eu não me vejo nascendo em outra época... eu adoro o ano em que nasci, amo a época em que vivo, e principalmente as bandas da atualidade que fazem um som decente... não me vejo vivendo sem escutar Pearl Jam, Radiohead, Black Crowes....ou até mesmo as bandas mais novas... Kasabian, Black Rebel Motorcycle Club, Muse... pra mim é que nem McDonalds (só o slogan)...Amo muito tudo isso!!!


Porém... parece que o núcleo de tudo... o centro... deixou de ser o que era... não é mais "aquela coisa"...vocês me entendem...


E pelo visto... tudo está sempre em mudança..o que não é ruim.. é ótimo... excelente... mas... não tá mudando muito para o lado bom...

O rock brasileiro está praticamente morto!!!... Os emos e os coloridos tomam conta e isso é a pior coisa que podia acontecer...

Conheço muita gente fazendo um som excelente por aí... mas acabam apagados pelas bandas mainstream atuais... como eu gostaria que fosse o contrário...


O mais triste da situação foi assitir, ontem, um vídeo de uma apresentação do Pearl Jam, em Portugal, em que Eddie Vedder diz que aquele seria o último show da banda. "Não o último para sempre, mas o último durante muito tempo" afirmou o vocalista....



¬¬


Realmente... o dia do rock, me parece mais o dia da saudade...